OFICINA 33 E ANTHONIO apresentam ROSARIANDO "O Musical"

Bonecos Congadeiros e Melodias Trançadas em Fitas de Cetim

Ao completar 05 anos de existência, o Grupo Oficina 33 remonta Rosariando em parceria com Anthonio. O espetáculo cênico musical conta sua temática com trilha sonora composta por canções de conhecimento popular, músicas do repertório de Anthonio e composições de percussão especialmente criadas para o espetáculo. Formas animadas dos gêneros boneco de vara, boneco habitável, manipulação direta, máscaras e pantins ilustrarão a festa. Um emocionante espetáculo para todas a idades, com valor agregado capaz de propiciar tomada de consciência quanto à importância do patrimônio em questão a todo o público.

MÚSICA - RITMOS - TEATRO DE BONECOS - CULTURA POPULAR

Oficina 33: Analu Alves, Aryanne Souza, Daniela Souza e Rosali Henriques.
Artista: Anthonio
Músicos: Daniel Penido, Renato Saldanha e Sebastian Bauxita.

Mapa e Operação de Iluminação: Ivan Ferreira
Operação de Som: Fernando Cabrito

Direção Geral: Analu Alves
Direção Musical: Renato Saldanha

Gêneros: vara, marote, manipulação direta, boneco habitável, máscaras, pantins, autômatos e sombra.
Público alvo: adulto (acima de 12 anos).
Duração Aproximada: 1h e 25 min.

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Rosariando "O Musical"

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Hans Christian Andersen

Introducción a la obra teatral "El soldadito de plomo", de la
 compañia Titirimundi. Animación realizada por Tomás Bases. 

Hans Christian Andersen o escritor de O Patinho Feio

Hans Christian Andersen (Odense, 2 de Abril de 1805 — Copenhague, 4 de Agosto de 1875) foi um poeta e escritor dinamarquês de histórias infantis. O pai era sapateiro, o que levou Andersen a ter dificuldades para se educar, mas os seus ensaios poéticos e o conto "Criança Moribunda" garantiram-lhe um lugar no Instituto de Copenhague. Escreveu peças de teatro, canções patrióticas, contos, histórias, e, principalmente, contos de fadas, pelos quais é mundialmente conhecido.

Entre os contos de Andersen, destacam-se: O Abeto, O Patinho Feio, A Caixinha de Surpresas, Os Sapatinhos Vermelhos, O Pequeno Cláudio e o Grande Cláudio, O Soldadinho de Chumbo, A Pequena Sereia, A Roupa Nova do Rei, A Princesa e a Ervilha e A Pequena Vendedora de Fósforos, dentre outros.

Publicou ainda: O Improvisador (1835), Nada como um menestrel (1837), Livro de Imagens sem Imagens (1840), O romance da minha vida (autobiografia em dois volumes, publicada inicialmente na Alemanha em 1847), mas a sua maior obra foram os contos de fadas (Eventyr og Historier, ou Histórias e Aventuras) que publicou de 1835 à 1872, onde o humor nórdico se alia a uma bonomia sorridente, e onde usa simultaneamente a base constituída por contos populares e uma ironia dirigida aos contemporâneos.

VIDA, HISTÓRIA E LITERATURA

Hans Christian Andersen nasceu no seio de uma família dinamarquesa muito pobre. O seu pai era um sapateiro de vinte e dois anos, instruído mas de saúde fraca, e de uma lavadeira vários anos mais velha. Toda a família vivia e dormia num único quarto. O pai adorava o seu filho a quem fomentou a imaginação e a criatividade, deixando-o aprender a ler, contando-lhe histórias e, mesmo, fabricando-lhe um teatrinho de marionetas. Hans apresentava no seu teatro peças clássicas, tendo chegado a memorizar muitas peças de Shakespeare, que encenava com seus brinquedos.

Em 1816, seu pai morreu e ele, com apenas onze anos de idade, foi obrigado a abandonar a escola.

Andersen nasceu e viveu numa época em que a Dinamarca regressava ao nacionalismo ancorado em valores ancestrais. De certa forma graças à sua infância pobre, Andersen teve a chance de conhecer os contrastes da sua sociedade, o que influenciou bastante as histórias infantis e adultas que viria a escrever quando mais velho.

Aos quatorze anos, em 1819, Andersen saiu de casa e foi para Copenhague, uma grande cidade e capital da Dinamarca, com o objectivo de se tornar um cantor de ópera. Em Copenhague as suas atitudes diferentes, depressa o isolaram como um lunático. Apesar da sua voz lhe ter falhado, foi admitido no Teatro Real pelo seu diretor, Jonas Collin, de quem se tinha aproximado e que seria seu amigo para o resto da vida. Andersen trabalhou no teatro como actor e bailarino, para além de escrever algumas peças.

O rei Frederico VI da Dinamarca interessou-se por tão estranho rapaz e enviou-o para a escola de Slagelse. Apesar da sua aversão aos estudos, Andersen permaneceu em Slagelse e Elsinor até 1827, embora tenha confessado mais tarde que estes foram os anos mais escuros e amargos da sua vida. Durante esse período, Collin financiou os seus estudos.

Em 1828, foi admitido na Universidade de Copenhague. Em 1829, quando os seus amigos já consideravam que nada de bom resultaria da sua excentricidade, obteve considerável sucesso com Um passeio desde o canal de Holmen até à ponta leste da ilha de Amager, e acabou por alcançar reconhecimento internacional em 1835, quando lançou o romance O Improvisador, na sequência de viagens que o tinham levado a Roma, depois de passar por vários países da Europa.

Contudo, apesar de ter escrito diversos romances adultos, livros de poesia e relatos de viagens, foram os contos de fadas que tornaram Hans Christian Andersen famoso. Especialmente pelo fato de que, até então, eram muito raros livros voltados especificamente para crianças.

Ele foi, segundo estudiosos, a "primeira voz autenticamente romântica a contar histórias para as crianças" e buscava sempre passar padrões de comportamento que deveriam ser adotados pela nova sociedade que se organizava, inclusive apontando os confrontos entre "poderosos" e "desprotegidos", "fortes" e "fracos", "exploradores" e "explorados". Ele também pretendia demonstrar a idéia de que todos os homens deveriam ter direitos iguais.

Entre 1835 e 1842, Andersen lançou seis volumes de Contos, livros com histórias infantis traduzidos para diversos idiomas. Ele continuou escrevendo seus contos infantis até 1872, chegando à marca de 156 histórias. No começo, escrevia contos baseados na tradição popular, especialmente no que ele ouvia durante a infância, mas depois desenvolveu histórias no mundo das fadas ou que traziam elementos da natureza.

No final de 1872, Andersen ficou gravemente ferido ao cair da sua própria cama, e permaneceu com a saúde abalada até 4 de agosto de 1875, quando faleceu, em Copenhague, onde foi enterrado

IMPORTÂNCIA ATUAL

Graças à sua contribuição para a literatura infanto-juvenil, a data de seu nascimento, 2 de abril, é o Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil. Além disso, o mais importante prêmio internacional do gênero, o Prêmio Hans Christian Andersen, tem seu nome.

Anualmente, a International Board on Books for Young People (IBBY) oferece a Medalha Hans Christian Andersen para os maiores nomes da literatura infanto-juvenil. A primeira representante brasileira a ganhá-la foi Lygia Bojunga, em 1982.

Foi feito um filme no qual foi romanceada a história de Hans, mesclando trechos de seus contos com sua vida, cujo título no Brasil foi A vida num conto de fadas (no original em inglês, Hans Christian Andersen: My Life as a Fairy Tale).

*Extraído de wikpedia.org

O Mágico de Oz ( Walt Disney's Wizard Of Oz)

ENCANTADORAS ADAPTAÇÕES DE O MÁGICO DE OZ

Conheça um pouco das produções já realizadas sobre O Mágico de Oz!

Escritores: L. Frank Baum · Ruth Plumly Thompson · Eloise McGraw · Alexander Melentyevich Volkov
Desenhistas: William Wallace Denslow · John R. Neill
Adaptações para o cinema: 1908: The Fairylogue and Radio-Plays · 1910: The Wonderful Wizard of Oz · Dorothy and the Scarecrow in Oz · The Land of Oz · 1914: The Patchwork Girl of Oz · The Magic Cloak of Oz · His Majesty, the Scarecrow of Oz · 1925: Wizard of Oz · 1939: The Wizard of Oz · 1961: Tales of the Wizard of Oz · 1964: Return to Oz · 1969: The Wonderful Land of Oz · 1971: Ayşecik ve Sihirli Cüceler Rüyalar Ülkesinde · 1972: Journey Back to Oz · 1975: The Wonderful Wizard of Oz · 1976: The Wizard of Oz · Oz · 1978: The Wiz · 1981: The Marvelous Land of Oz · 1982: The Wizard of Oz · 1984: Os Trapalhões e o Mágico de Oróz · 1985: Return to Oz · 1986: Ozu no Mahōtsukai · 1987: The Wonderful Wizard of Oz · Ozma of Oz · The Marvelous Land of Oz · The Emerald City of Oz · 1990: Supēsu Ozu no Bōken · 1996: The Wonderful Galaxy of Oz · 2005: The Muppets' Wizard of Oz · The Patchwork Girl of Oz · Tin Man (2008).

História - O Mágico de Oz

The Wonderful Wizard of Oz (em português europeu, O Maravilhoso Feiticeiro de Oz; em português brasileiro, O Maravilhoso Mágico de Oz) é o primeiro livro da série que relata as aventuras da menina Dorothy Ventania (Dorothy Gale, no original), do Kansas, na fantástica Terra de Oz.

Desde o final do século XIX, na Europa, alguns dos autores infantis vinham questionando o teor das histórias infantis: pregavam que deveriam ser menos violentas e apresentar personagens mais criativos - já que as velhas figuras dos contos de fadas tinham se tornado desinteressantes. Defendiam, ainda, que a função dessa literatura era divertir e entreter - não moralizar; esse papel cabia à família e à escola.

UM LIVRO RENOVANDO A LITERATURA INFANTIL
A esta corrente adere o americano Lyman Frank Baum. Em maio de 1900 lança O Maravilhoso Feiticeiro de Oz, que logo se transforma num dos maiores sucessos editoriais da História.

Sua obra marcou de tal forma que o autor viu-se obrigado a produzir sucessivas continuações, dando início a uma série que, continuada por outros autores, longe está de encontrar um desfecho.

DOROTHY CHEGA A OZ
 
Vivia a pequena Dorothy com os tios Henry e Emm numa pequena fazenda do Kansas. Seu único amigo era o cãozinho Totó que, durante uma tempestade, desaparece. Procurando-o desesperadamente, a menina entra no abrigo contra ciclones e esconde-se na pequena casa que, levada por um tufão pelos ares, termina por arremessá-la numa distante e desconhecida terra.

No meio da tempestade, Dorothy encontra seu animalzinho. Quando finalmente pousam, descobre que a casa caíra sobre uma perigosa bruxa, matando-a. Surgem alguns homenzinhos - os Munchkins - que eram dominados por aquela malvada senhora. Dorothy é aclamada como heroína, por ter matado a Bruxa do Leste.

A ESTRADA DOS TIJOLOS AMARELOS

Ansiando por voltar para casa, a menina recebe dos habitantes do estranho lugar a orientação de que deveria procurar a ajuda do Feiticeiro de Oz na Cidade das Esmeraldas.

O caminho era o mais fácil - bastava seguir a longa estrada de tijolos amarelos, que cortava o país. Tem início então, a longa jornada através da terra de Oz. Usando um par de sapatinhos prateados[1] que fora da Bruxa morta, Dorothy parte, com seu fiel Totó...

ENCONTRANDO NOVOS COMPANHEIROS

Ao parar para descansar, Dorothy encontra num grande milharal um pobre espantalho, incapaz de assustar os corvos que atacam a plantação. Para sua surpresa, o boneco é capaz de falar, e revela que seu sonho era ter um bom cérebro para então produzir excelentes pensamentos.

Libertando-o da estaca que o prendia, a garotinha convida-o para ir com ela e Totó até a cidade das Esmeraldas. Lá, certamente, o poderoso mágico haveria de solucionar-lhe o problema. o Espantalho passa a ser o novo amigo de Dorothy.

Seguindo juntos, encontram um homem todo feito de lata, segurando um machado e enferrujado próximo a uma cabana: era o Homem de Lata, que um dia havia sido o lenhador Tim Woodman e, após um feitiço que lhe fora lançado por uma bruxa, acabara perdendo todos os membros em acidentes em seu trabalho - tendo cada parte do corpo então substituída por outra feita em lata por um amigo.

Após lubrificarem as juntas enferrujadas do novo amigo, este segue junto aos três, pois tenciona obter do Mágico um coração de verdade para si.

Na estrada são atacados por um leão. A imensa fera intenta amedrontar os viajantes, mas Dorothy acaba descobrindo que era uma farsa: o medroso era ele. Junta-se, finalmente, o Leão Covarde à comitiva, a fim de pedir que o Mágico lhe desse a coragem que falta.

A JORNADA SEM FIM

O grupo é bem recebido na cidade das Esmeraldas. Lá o Mágico os recebe, sem contudo mostrar-se diretamente: a cada um deles se apresenta numa forma distinta. Exige, para que os atenda em cada pedido, que primeiro livrem-se da perigosa Bruxa do Oeste.

Sem alternativa, vão em rumo da perigosa aventura. A bruxa defende-se, destruindo um a um os companheiros da menina, até fazê-la sua prisioneira. Mas Dorothy termina por derrotá-la e, com ajuda dos Quadlings, os habitantes do país dominado pela feiticeira, resgata também seus amigos. O Homem de Lata é feito imperador dos Quadlings.

Podem, então, retornar à cidade, para obter do poderoso Mágico que seus desejos fossem atendidos.

*Extraído de wikipedia.org

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Teatro de Bonecos na Mídia

Mais um exemplo da presença do Teatro de Bonecos 
na mídia: um belíssimo clipe da banda Coldplay, 
onde fantasia e realidade se misturam à tradição
e à tecnologia. Confiram!

A "mágica" do Teatro de Bonecos


Existe algo de muito especial no Teatro de Bonecos.
Algo mágico, fantástico e ao mesmo tempo tão simples.
Descubra você também o que é!

Entrevista concedida por Perré - Presidente da Associação Brasileira de Teatro de Bonecos.